“A política deve cuidar das raízes: família estável, educação formadora e cultura com alma”
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Acredito que a política deve atuar cuidando das raízes da sociedade, pautada em valores como vínculo, identidade, responsabilidade, continuidade e virtude, tendo como fundamento a antropologia cristã e a Doutrina Social da Igreja.
Reconheço a família como a primeira comunidade moral, social e econômica, e a parentalidade responsável como base para a solidez dos laços sociais.
Entendo a educação como preparação para o trabalho, para a vida em sociedade e para a cidadania ativa, e a cultura como patrimônio simbólico que transmite virtudes morais essenciais.
Defendo a integridade da família como núcleo primário da sociedade e motor econômico, responsável por gerar, cuidar e educar a mão de obra do futuro. Valorizo a parentalidade responsável e a estabilidade familiar, reconhecendo o papel do casamento e da união estável na formação de laços sólidos, que sustentam a coesão social e a saúde emocional de crianças e jovens.
Defendo a educação como instrumento de qualificação para um mercado global competitivo, voltada à formação técnica, ética e cidadã de uma nova geração de trabalhadores, e proponho o resgate da educação moral e cívica nas escolas, ensinando sobre o funcionamento do Estado, os poderes da República, os direitos e deveres do cidadão, a formação das leis e os fundamentos da democracia, porque não se pode formar bons cidadãos se os jovens saem da escola sem saber diferenciar um vereador de um deputado ou compreender o que é competência do município e da União.
Apoio políticas públicas que combatam o analfabetismo político e institucional, sem doutrinação, mas com educação voltada à liberdade e à responsabilidade.
Valorizo a cultura como espaço de formação moral do povo, resgatando a dimensão clássica da cultura como lugar da virtude, do bem comum e da beleza ordenadora da vida coletiva, lembrando que, como ensinaram os grandes clássicos da filosofia, uma civilização sem virtudes morais está fadada a desaparecer, como demonstram inúmeros ciclos de decadência ao longo da história.
Por fim, incentivo projetos que promovam a leitura, a música, a arte, o esporte e a expressão cultural enraizada, reconhecendo essas atividades como ferramentas de inclusão, formação e pertencimento.