“A tradição não é saudade do passado — é força que sustenta o presente e projeta o futuro”
Créditos: Divulgação/ Freepik
A tradição gaúcha é uma identidade viva e um compromisso cultural que sustenta o presente e projeta o futuro. Acredito que o tradicionalismo, manifestado nos CTGs, fandangos, na pilcha, no chimarrão e nos valores de respeito, coragem e hospitalidade, é uma forma concreta de solidariedade intergeracional e um espaço de formação comunitária e moral.
A cultura popular é um substrato da pedagogia informal do Rio Grande, transmitindo princípios de trabalho, honra, palavra e família, e deve ser tratada como um bem comum que integra e fortalece nossas comunidades.
Defendo o apoio institucional e orçamentário aos CTGs e entidades tradicionalistas, e a valorização de eventos culturais como instrumentos de integração social e educação de base. Participo ativamente das comunidades, exaltando o tradicionalismo como patrimônio moral do povo gaúcho.
Tenho orgulho de ter contribuído para o maior investimento recente no programa Avançar Tchê do governo do Estado, em parceria com o MTG, e acredito que fomentar a cultura não só preserva nossa identidade, mas também gera emprego, renda, cidadania e educação cívica, estabelecendo o tradicionalismo como uma verdadeira cadeia produtiva que envolve esportes campeiros, tiro de laço, e profissionais de diversas áreas, como veterinários, ferradores, artesãos, músicos e artistas.